Quarta-feira, 20 de Junho de 2018

Nós somos o que resulta da diferença que vai entre o que sonhámos ser e aquilo em que, efectivamente, nos tornámos. Do que ficou por fazer, resta apenas a frustação e o silêncio que alguns persistem em tentar preencher com inoportunas e inúteis palavras que ocupam o lugar que deve ser ocupado pela acção critica do pensamento que vai gerando a consciência. Melhor é deixar que o silêncio, seja o lugar próprio do que ficou por fazer e que deve também ficar por dizer.

Aquilo que nos personifica, é nossa maneira de interagirmos com os outros e de agirmos na diversidade de situações que vão tecendo o nosso viver. E isso deriva da cultura adquirida pela nossa experiência e que determina o nosso modo de estar e de ser.

A cultura define-se pelo património de conhecimentos que vamos amealhando e pela capacidade de aquisição e de acumulação de novos conhecimentos que vamos desenvolvendo.

Realizamo-nos na sequência dos projectos que vamos concebendo. Dos que se realizaram e dos que fomos deixando por realizar. Anulamo-nos ou apoucamo-nos, quando os projectos não existem, quando são inadequados, ou quando somos incapazes de os concebermos ou de os concretizarmos.

De facto, nós somos, efectivamente, aquilo em que nos vamos tornando. A nossa existência vai sendo moldada pela nossa História de Vida.



publicado por Francisco Galego às 00:01
Aqui se transcrevem textos, documentos e notícias que se referem à vida em Campo Maior ao longo dos tempos
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