Sexta-feira, 29 de Dezembro de 2017

Perguntando a mim próprio que desejos entendo dever formular para o início do Novo Ano, vejo-me confrontado com algo a que não sei como responder.

Com toda a franqueza, confesso que sou pouco de desejos e muito mais dado aos constrangimentos que me provocam os sofrimentos, as angústias e as tremendas carências que rodeiam o nosso viver social.

Como entendo que isso depende muito mais das circunstâncias ditadas pelas acções individuais do que pelo acaso, embora sem grande esperança, vou formular o desejo de que haja mais descernimento, mais consciência, mais atenção e mais empenho em remediar e evitar agravamentos, para que se torne mais fácil e menos triste a vida nas comunidades em que nos inserimos.

Pareceu-me utópico desejar mais e que seria cínico desejar menos do que isto.



publicado por Francisco Galego às 17:25
Aqui se transcrevem textos, documentos e notícias que se referem à vida em Campo Maior ao longo dos tempos
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