Segunda-feira, 04 de Setembro de 2017

 

 SOBRE A “NEUROEDUCAÇÃO"

 

A neuroeducação, disciplina que estuda como o cérebro aprende, está dinamitando as metodologias tradicionais de ensino. A sua principal contribuição é que o cérebro precisa se emocionar para aprender e, de alguns anos para cá, não existe ideia inovadora considerada válida que não contenha esse princípio. No entanto, uma das maiores referências em Espanha, nesse campo, o doutor em Medicina, Francisco Mora, recomenda cautela e adverte que, na neuroeducação, ainda há mais perguntas do que respostas.

Mora, autor do livro "Neuroeducación. Solo se puede aprender aquello que se ama" (Neuroeducação. Só se pode aprender aquilo que se ama), que já atingiu a marca de onze edições desde 2013, também é doutor em neurociência pela Universidade de Oxford. Começou  interessar-se pelo assunto em 2010, quando participou no primeiro Congresso Mundial de Neuroeducação realizado no Peru.

Mora argumenta que a educação pode ser transformada para tornar a aprendizagem mais eficaz, por exemplo, reduzindo o tempo das aulas para menos de 50 minutos para que os alunos sejam capazes de manter a atenção. O também professor de Fisiologia Humana da Universidade Complutense, alerta que na educação ainda são consideradas válidas concepções equivocas sobre o cérebro, o que ele chama de "neuro-mitos". Além disso, Mora está também ligado ao Departamento de Fisiologia Molecular e Biofísica da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos.

 



publicado por Francisco Galego às 12:13
A neuroeducação é mesmo muito importante!!!
Maribel Maia a 4 de Setembro de 2017 às 12:23

Aqui se transcrevem textos, documentos e notícias que se referem à vida em Campo Maior ao longo dos tempos
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