Quarta-feira, 27 de Junho de 2007

Ouvindo Chopin,

olhando o mar,

parado sobre a falésia.

 

O mar, que é cinzento

neste dia de nuvens,

confunde-se no limite do horizonte,

com o também cinzento do céu.

 

Num dia sem história,

como devem ser os dias perfeitos,

a vida retoma o seu melhor sentido

que é não ter sentido nenhum.

Apenas viver.

 

Olho em frente.

a minha razão sabe que há mais mundo

para além do horizonte.

Mas os sentidos apreendem apenas a imensidão

deste mar sem fim.

Momentos assim deviam ser imensos.

Como o tempo.


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publicado por Francisco Galego às 11:04
Aqui se transcrevem textos, documentos e notícias que se referem à vida em Campo Maior ao longo dos tempos
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