Domingo, 07 de Junho de 2015

Este é um texto de um cronista que, geralmente, não está em concordãncia com as minhas convicções e opções. Mas, desta vez, a concordância de opiniões é total. Por isso, tiro-lhe o meu chapéu e convido à sua leitura.

 

"Há o presidente de um grande clube de Lisboa e de Portugal; há um investidor angolano, investigado por negócios poucos claros e há, eventualmente, um ditador da Guiné Equatorial; por último há milhões de euros que, de repente, aparecem num clube com dificuldades. Ao que parece, o Sporting Clube de Portugal foi tomado por uma estratégia populista e traiçoeira — despede quem lhe deu um título e bate um salário ultramilionário para o treinador do maior rival. Pode haver quem ache genial e que isto é o fim do ‘clube dos tios’, mas eu que levo décadas (cerca de cinco) de sócio fico envergonhado. Como eu, muitos outros adeptos também estão."

(...)

Para continuar a ler   crónica , de Henrique Monteiro, "OS TIOS, O SOBRINHO E O SPORTING" ver última página do Expresso de 6/6/2015

Já agora accrescento uma carta por mim entregue:

 

Campo Maior 4 de Junho de 2015

 

Ex.mos Senhores elementos eleitos da Direcção do Núcleo Sportinguista de Campo Maior :

 

                Venho pedir-lhes que, a partir da recepção desta minha mensagem, me considerem a mim, Francisco Jesus Pereira Galego, bem como minha esposa, Júlia Pereira Galego, desligados de sócios da vossa associação.

                A nossa renúncia tem a ver com as opções, comportamentos e decisões que o Sporting Clube de Portugal tem vindo a tomar desde há algum tempo e que se agravaram de forma para nós insuportável com as que foram agora anunciadas.

                Para nós, o desporto e os afectos clubistas, não podem contratizer aquilo que consideramos serem os príncipios fundamentais, pelos quais procuramos orientar o nosso comportamento. Assim, não podemos agora considerar normais decisões e atitudes que antes tanto censurámos quando tomadas por outros clubes. Se consentirmos àqueles que estimamos, o que censurávamos aos outros, então deixamos de ser simpatizantes para nos tornarmos cúmplices das suas acções e escolhas.

                                               Sem mais, com os nossos cumprimentos,

 

 



publicado por Francisco Galego às 09:41

Só por curiosidade: Também vai deixar de escrever em português uma vez que a Guiné Equatorial foi admitida na CPLP?
Anónimo a 7 de Junho de 2015 às 23:59


Por haver pluralidade é que não devem os sportinguistas abandonar mas, antes discutir e debater.

Sporting Sempre
Anónimo a 8 de Junho de 2015 às 00:07

Aqui se transcrevem textos, documentos e notícias que se referem à vida em Campo Maior ao longo dos tempos
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