Quarta-feira, 17 de Dezembro de 2014

O FIM DA INFÂNCIA

 

1948 – Em Outubro, sete anos feitos a um de Agosto: Pelas leis da época, devia oficialmente entrar   na escola. Na verdade, já entrara dois anos antes, mas clandestinamente. Salazar decretara os 7 anos como data obrigatória de entrada na vida escolar.

Assim, fiz como aluno clandestino, a frequência da 1ª e da 2ª classe. Mas, enquanto alguns outros que tinham tirado da escola menos aproveitamento, passavam à 3ª classe, eu tive de regredir para a 1ª. Eram assim os tempos do inflexível Estado Novo.

Acabei a instrução primária com distinção em Junho de 1951 e fiz o exame de admissão aos liceus no Liceu de Portalegre.

 

1952 – Iniciei em Campo Maior, como aluno externo matriculado no Liceu de Portalegre, o 1º ciclo do ensino liceal. Em regime de monodocência, um professor primário de nome José Esperto Malhado, preparava-nos (éramos 6 rapazes e 1 rapariga) durante dois anos, para irmos prestar provas a Portalegre que nos habilitavam a passar ao 3º (actual 7º) ano do curso liceal. Fiz grande brilharete ao obter nos exames a notável, para aquele tempo, classificação de 16 valores.



publicado por Francisco Galego às 08:00
Aqui se transcrevem textos, documentos e notícias que se referem à vida em Campo Maior ao longo dos tempos
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