Quinta-feira, 03 de Agosto de 2017

Pensei retribuir um a um, os amáveis cumprimentos.

Naturalmente, percebi que me iria repetir...

Por isso, aceitem as minhas desculpas, e  o meu reconhecimento, expresso assim, a todos os que me quiseram manifestar o seu afecto e atenção, em mais um passo dado no meu caminhar, nesta viagem que é a nossa vida. OBRIGADO A TODOS.

Permitam que recorde os amáveis versos que sei de cor desde menino:

 

      Dia de Anos

Com que então caiu na asneira

De fazer na terça-feira

Setenta e seis anos! Que tolo!

Ainda se os desfizesse…

Mas fazê-los não parece

De quem tem muito miolo!

 

Não sei quem foi que me disse

Que fez a mesma tolice

Aqui o ano passado…

Agora o que vem, aposto,

Como lhe tomou o gosto,

Que faz o mesmo? Coitado!

 

Não faça tal; porque os anos

Que nos trazem? Desenganos

Que fazem a gente velho:

Faça outra coisa; que em suma

Não fazer coisa nenhuma,

Também lhe não aconselho.

 

Mas anos, não caia nessa!

Olhe que a gente começa

Às vezes por brincadeira,

Mas depois se se habitua,

Já não tem vontade sua,

E fá-los, queira ou não queira!

 

 

Com a devida vénia ao poema

 de JOÃO DE DEUS

 



publicado por Francisco Galego às 00:04
Aqui se transcrevem textos, documentos e notícias que se referem à vida em Campo Maior ao longo dos tempos
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