Sexta-feira, 17 de Maio de 2013

As Festas em honra de São  Baptista, tornaram-se Festas dos Artistas


Em Campo Maior costuma dizer-se que as festas se fazem quando o povo quer. Mais adequado seria dizer-se que as festas se faziam quando existiam condições para que o povo as pudesse fazer.

Muitos julgam que as festas tiveram sempre este modelo de ornamentação de ruas que agora as caracteriza. Nada mais longe da realidade. As festas começaram de forma muito modesta. No início não se distinguiam das festas que se realizavam em muitas outras localidades. Havia o hábito no Alentejo de decorar e refrescar o ambiente nos dias de festa decorando os espaços públicos com ramos, sobretudo os espaços onde decorriam as actividades festivas. Daí a designação de “enramação” para o acto de decorar as ruas e largos, recorrendo a ramos de murta, de buxo e de rosmaninho e, devido à falta de sistemas eficazes ou inexistentes de iluminação pública, as populações utilizavam os seus próprios recursos e criatividade para vencer as trevas da noite em dias de festa, com pequenas lamparinas de azeite ou anteparos de papel para proteger as velas do vento. Daí foi nascendo o hábito de enfeitar as ruas.


Primavera é em Abril

Se das estações me lembro,

Mas vem a Campo Maior

Ver Primavera em Setembro.

 

Festas de Campo Maior

Como elas não há igual,

São as festas mais bonitas

Que já vi em Portugal.

 

Campo Maior, terra amada,

De beleza sem igual;

As festas da minha terra

São jardim de Portugal.

 

 

Campo Maior, terra bela,

Terra de trabalhadores;

De dia vão trabalhar,

À noite fazem flores.         




publicado por Francisco Galego às 12:09
Aqui se transcrevem textos, documentos e notícias que se referem à vida em Campo Maior ao longo dos tempos
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