Domingo, 18 de Janeiro de 2009

Bem vista as coisas, o que a maioria das pessoas atentas ao que se passa no mundo espera do presidente eleito para, nos próximos anos, governar os Estados Unidos da América, é que ele salve o mundo de uma crise que, nos seus aspectos mais gravosos, foi gerada pelo anterior governo dos Estados Unidos da América.

Que responsabilidade esta, a de um homem que vai ter de tomar decisões que vão ter consequências na vida de todos os habitantes deste planeta, sem decepcionar os que o elegeram para repor o equilíbrio no seu país tão afectado pelos erros de governação cometidos nos últimos anos.

Quanta esperança foi depositada na acção deste homem que, faça o que fizer, nunca poderá corresponder a todas as expectativas e que, necessariamente, irá provocar imensas desilusões em muitos daqueles que tanto dele esperaram.

Que pesada herança esta, de receber um país a braços com duas guerras sem fim à vista e uma crise global de que não se conhecem ainda completamente nem os contornos, nem as dimensões e, muito menos se podem prever as consequências que irá provocar.

Muitos poderão considerar que Obama é ainda demasiado jovem para arcar com este pesado fardo de ter de encontrar caminhos para a conciliação com os seus inimigos, respostas para os perigosos ataques que contar ele serão desencadeados, soluções para os inúmeros problemas que exigem decisão.

Com os seus 49 anos de idade, Obama terá de ser sábio a comunicar com os seus aliados, firme com os seus adversários, humilde a negociar com os seus parceiros, atento aos conselhos e sugestões dos seus colaboradores, seguro a combater as situações para as quais não houver hipótese de conciliação.

Este homem, ainda jovem, que vai tomar o pesado encargo de governar a única grande potência que sobreviveu à Guerra Fria, vai precisar de todo o apoio que os que lhe são próximos lhe puderem dispensar. Familiares, amigos, conselheiros, colaboradores, membros das instituições que lhe devem colaboração leal, serão fundamentais para o desempenho da missão titânica que vai assumir.

Para já, todos consideram que foi muita a sua habilidade, moderação e competência para escolher a equipa que leva consigo para desenvolver a acção governativa no centro nevrálgico da politica mundial.

 

 



publicado por Francisco Galego às 18:33
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