Quarta-feira, 01 de Outubro de 2014

 

Democracia pacífica, Nº 20, Elvas, 2ª, 18/2/1867

 

Editorial (João Dubraz)

 

Elvas, 17 de Fevereiro

 

(…) “Economias! Reformas! O deficit a crescer perigosamente e as reformas a abrirem um largo abismo no fosso da perdição.

 

(…) Onde está  o programa dos vossos festins reformadores, onde estão essas largas economias com que devíeis melhorar o estado precário da fazenda pública, onde está a felicidade do povo, ao qual vos apresentastes quais outros Messias?

 

            Falemos sério. A existência do partido fusionista, ou reformador ou das economias ou como lhe queira chamar, é um cartel de desafio arremessado aos brios do país.

 

            Respeitadores severos dos poderes constitucionais, não podemos ver a sangue frio, como a ambição e o vício de governar, podem comprometer o manto em que se envolvem e o trono, atrás do qual se escondem.”

 



publicado por Francisco Galego às 11:02
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