Terça-feira, 05 de Novembro de 2013

Amigo do seu amigo,

Povo muito hospitaleiro;

P’ras Festas dá o trabalho,

E também dá o dinheiro.

                                                       

As flores da minha rua,

Alegram-me o coração;

Só por pensar que as fiz,

Com gosto e satisfação.

 

 Com gosto e satisfação,

Fiz flores p’ra minha rua;

Mas olha que a “enramação”

Não é igual à da tua.

 

De beleza sem igual,

São Festas da tradição;

São feitas por este povo,

Que tira da terra o pão.

                                                       

Nesta terra alentejana,

Com suas espigas douradas;

Com gente trabalhadora,

De mãos bem calejadas.

 

De mãos bem calejadas,

Fazendo cravos e rosas;

Para criar um jardim,

Nestas ruas tão formosas.

 

De mãos bem calejadas,

Fazendo cravos e rosas;

Para criar um jardim,

Nestas ruas tão formosas.



publicado por Francisco Galego às 10:51
Aqui se transcrevem textos, documentos e notícias que se referem à vida em Campo Maior ao longo dos tempos
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